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FLIB 2023 discute literaturas afro-brasileiras e africanas


Mesa “Mulheres Negras na Oralitura: saberes ancestrais e outras águas”, com Vanda Machado (Ilê Axé Opô Afonjá) e Laurinda de Souza (Quilombo Juá Bandeira), mediadas pelas professoras Napoliana Santana (UFOB) e Ana Laura Vilela. Foto: C. Félix

 

“Literaturas afro-brasileiras e africanas: conectando mundos”, este foi o tema da VI Festa Literária Internacional de Barreiras (FLIB), que aconteceu nos dias 23, 24 e 25 de maio de 2023, com o objetivo de promover ações de divulgação e valorização das literaturas como empoderamento humano, valorização das diferentes linguagens e fomento à leitura e escrita”.

Durante os três dias do evento, o centro histórico da cidade ficou bastante movimentado. Na praça Amphilófio Lopes, especialmente, os espaços ocupados por instituições e estudantes das redes pública e privada de Educação Básica e Superior.

No estande da UFOB, aconteceram várias exposições, promovidas por professores e estudantes. No dia 23, as professoras Mayara Soares e Suiane Rosa coordenaram a apresentação “A ciência é negra? É, sim senhor (a)!”, e foi aberta também a “¿HAMBRE? FOME? - Exposição Internacional de Gravura no oeste baiano”, coordenada pela professora Violeta Pavão (UFOB) e estudantes dos cursos de Artes Visuais e Publicidade e Propaganda, do campus de Santa Maria da Vitória.

No dia seguinte os professores Rafael Petry Trapp (IFTO) e Napoliana Pereira Santana (UFOB), organizadores do livro “Escravidão e pós-abolição nos sertões do São Francisco”, expuseram livros de autores e autoras negras; e, Lucas Nunes de Oliveira, estudante do curso de Artes Visuais da UFOB apresentou o trabalho “O quilombo é museu”.

+ GALERIA

 

Além dessas exposições, o projeto DesPerTar (PROAE), Ouvidoria e PROGEP realizaram várias atividades, como apresentação musical e teatral, distribuição de cartilha contra o racismo, oficina de bonecas abayomi, reflexões sobre a história das mulheres negras cientistas e a cultura afro.

Ainda no dia 24, aconteceu no Centro Cultural Rivelino Silva de Carvalho, na praça Landulfo Alves, a roda de diálogo “Mulheres Negras na Oralitura: saberes ancestrais e outras águas”, com Vanda Machado (Ilê Axé Opô Afonjá) e Laurinda de Souza (Quilombo Juá Bandeira), mediadas pelas professoras Napoliana Santana (UFOB) e Ana Laura Vilela (UFOB).

Segundo volume de contos do Concurso Osório Alves de Castro foi lançado no dia 25/05, na Academia Barreirense de Letras (ABL)

No início da noite, Daniéla Calado, professora e pró-reitora de Extensão e Cultura, juntamente com Cícero Félix, professor e coordenador de Arte e Cultura, lançaram o 2º volume do livro de contos do II Concurso Literário Osório Alves de Castro, promovido pela UFOB. Na ocasião, vários autores dos 15 contos publicados no livro estiveram presentes. Para baixar o e-book basta clicar aqui. É importante lembrar que a 3ª edição do concurso será lançada no próximo mês, em julho.

No dia 25, o professor Anderson Dantas da Silva Brito coordenou a exposição “I Expo História com Literatura: Diálogos entre Afro-Brasilidades e História local de Barreiras (BA)”, com estudantes da UFOB bolsistas do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID).

No C.C. Rivelino Silva de Carvalho aconteceram ainda duas mesas de diálogo: “Literatura e as questões étnico-raciais no Oeste da Bahia”, com a professora Carolina Reichert (UFOB) e os professores Antônio de Pádua (UNEB/IFBA/ABL), Lucas Mendes e Théo Santos (UFOB/ABL); e “Vozes de Mulheres Negras Insubmissas”, com as professoras Terezinha Oliveira Santos (UFOB), Dayse Sacramento (IFBA/Salvador) e Mayana Soares (UFOB).

Por fim, ainda no dia 25, foi exibido na ABL o documentário “A vida de São Jorge”, produzido pelo professor Max Bittencourt (UFOB). O filme trata sobre a intolerância religiosa durante o processo de criação de um espetáculo teatral, realizado em louvor a São Jorge e Ogum, na cidade de Santana (BA), no Território de Identidade Bacia do Rio Corrente.

+ DOCUMENTÁRIO

 

Nos três dias de evento, a FLIB proporcionou um momento especial entre público, escritores e artistas. A temática desta edição mobilizou a apresentação de diversas manifestações artísticas sobre a questão racial e movimentou a criançada, que participou de intensa programação da Flibinha, no Clube ABCD.

A FLIB é realizada pela Prefeitura Municipal de Barreiras, através das secretarias de Cultura e Turismo e de Educação, e pelas instituições de ensino curadoras: Universidade Federal do Oeste da Bahia (UFOB), Universidade do Estado da Bahia (UNEB), Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia (IFBA), Núcleo Territorial de Educação (NTE/11) e Academia Barreirense de Letras (ABL). A curadoria geral foi conduzida pela professora Marilde Guedes (Uneb).


 

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